Você pode estar treinando certo, mas comendo errado
- Ruth de Sá
- 13 de out.
- 2 min de leitura
Já aconteceu com você de treinar com tudo, sentir que deu o máximo, mas... o desempenho não melhora?
Ou pior: se sente pesado, cansado ou com queda de rendimento, mesmo seguindo a planilha à risca?
Se sim, talvez o problema não esteja no treino — mas sim no combustível que você está usando.
🎯 Nutrição e treino específico: uma dupla que não se separa
A maioria dos atletas amadores (especialmente os do vôlei) ainda subestima o impacto de comer bem.
Acham que “comer bem” é só cortar besteiras ou encaixar uma fruta no dia.
Mas quando o treino é específico — com foco em explosão, agilidade, salto, resistência e recuperação — a alimentação precisa acompanhar esse mesmo grau de precisão.
Treinar para vôlei exige muito do corpo.
Saltos repetitivos, deslocamentos rápidos, impacto articular e raciocínio tático sob cansaço. Isso gasta energia específica, exige recuperação dirigida e pede nutrientes certos, na hora certa.
Sem isso, o seu corpo não consegue render tudo o que poderia.

🍽️ O erro mais comum é comer “limpo”, mas não “estratégico”
Muita gente acha que comer saudável é o suficiente. Mas há uma diferença enorme entre comer limpo e comer para performar.
Você pode comer arroz integral, frango grelhado e salada todos os dias — mas ainda assim:
Faltar energia durante o treino;
Sentir dor muscular por mais tempo;
Ter dificuldade de recuperação;
Não ganhar força ou massa muscular.
👉 E isso acontece porque a quantidade, o tipo e o momento da refeição importam — muito!
Você pode estar treinando certo, mas comendo errado.
⚠️ Sinais de que sua alimentação está sabotando seu treino:
Você sente fadiga antes do fim do treino;
Sua recuperação entre os jogos é lenta;
Vive com dor muscular ou articular;
Não evolui em salto, agilidade ou potência;
Tem episódios frequentes de queda de imunidade.
Se algum desses pontos soa familiar… é hora de olhar para a nutrição com outros olhos.
🧠 Estratégias simples que mudam o jogo:
Pré-treino inteligente: Carboidratos de rápida digestão (como frutas, mel, pão com pasta de amendoim) são ideais antes dos treinos.
Durante treinos longos: Snacks leves e líquidos com eletrólitos ajudam a manter a performance estável.
Pós-treino imediato: Combinar proteína (whey ou ovo) com carboidrato simples (banana, pão, etc.) acelera a recuperação.
Hidratação constante: O cansaço e as câimbras muitas vezes são só desidratação disfarçada.
Treinar bem é essencial. Mas comer bem é o que transforma o seu esforço em resultado.
Não adianta ter um treino ajustado se a nutrição está desalinhada. No esporte, resultado real vem da soma entre esforço e estratégia. E alimentação é pura estratégia.
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